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| Prajñaparamita |
GATE GATE PARAGATE PARASAMGATE BODHI SVAHA
(Conheci esse mantra com minha professora de Yoga Vera Soeiro e seu companheiro Natal , chegou em uma hora muito delicada ao processo em que vivo e tem me ajudado muito, é impressionante o poder de um mantra ;muda completamente a vibração!!
Josi)
GATE GATE
PARAGATE
PARASAMGATE
BODHI SVAHA
Este mantra representa uma classe das escrituras Mahayana conhecida como os Sutras da Prajñaparamita (perfeição do conhecimento). Estes aforismos incluem ensinamentos tais como o Sutra do Coração e o Sutra do Diamante. Estes textos são objecto de adoração e devoção no Budismo de Mahayana.
Prajñaparamita eventualmente tornou-se personificada como uma deusa, mas este mantra não se dedica a ela, mas sim aos textos da Perfeição do Conhecimento.
As palavras aqui apresentadas têm o sentido literal:
“Foi, foi, foi para longe, foi inteiramente no longínquo, saudar à Iluminação”
O objectivo do yoga é o próprio yoga. A finalidade que procuramos alcançar já existe em nós, não é possível encontrá-la fora. Nada precisamos acrescentar ao que já somos, nem nos iremos tornar alguém diferente, mas sim conhecer-nos melhor. A questão é que temos tantas impurezas e condicionamentos acumulados que não sabemos reconhecer a nossa verdadeira identidade. O caminho do autoconhecimento inclui um processo de purificação no qual nos despojamos de tudo o que for supérfluo, de todos os condicionamentos e, principalmente, da ignorância existencial. Uma vez realizada essa purificação, surge a verdadeira meta a alcançar: a nossa identidade com o Absoluto.
Este mantra propicia uma boa mentalização para iniciar uma prática de yoga: não interpretem literalmente o sentido de “paragate parasamgate” (foi para longe, foi totalmente no longínquo), porque de facto o praticante não vai a lado nenhum que se encontre distante, pelo contrário o seu objectivo está bem próximo, dentro de cada um. A proposta é que a abordagem à prática seja no sentido de mergulhar profundamente no conhecimento de si, na sua experiência existencial mais intrínseca, no mais subtil do seu ser, para que encontre verdadeiramente “boddhi svaha” (saudar a iluminação) a sua natureza iluminada, o seu conhecimento integral, impossível de ser transmitido por qualquer guru, mestre ou factor externo, indicando que o verdadeiro mestre de sua vida não é outro/a que não o praticante.
"Gate" é uma forma verbal bastante completa, esta pode representar literalmente o verbo "ir", "estar", "levar", "trazer", ou mesmo "ser" de acordo com o contexto literário em que se insere. A sua aplicação é de tal forma extensa que para se entedê-la deveremos seguir ao mesmo tempo direcções diametralmente opostas, numa perspectiva quântica de análise: se interpretarmos Gate com o sentido Foi, devemos entender como ir profundamente no espaço interno do ser, uma imersão nos corpos mais sublimes, tornando desta forma a sua atenção centrada no seu aspecto mais sublime, a Consciência, encontrar a unidade do seu centro interior.
Agora abordemos o extremo oposto: Gate surge aqui como uma viagem expansiva dos vários corpos conscientes do ser, que inicialmente se identificará como parte integrante do meio onde se insere, como uno a este planeta e à sua diversidade, como parte essencial do sistema solar, expandindo a sua identidade universal e total. Qualquer uma das viagens propostas conduzem o praticante à consciência da Unidade com o Absoluto.
Publicado por Ricardo Viegas
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| kuan yin |
OM MANI PADME HUM
Tradução: Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus. (O Lótus é o chakra).
Significa - Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa.
Avalokitesvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha. Destas alturas, estava para partir à planos ainda mais elevados, e distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade.
O lamento por sua partida. Seu coração encheu-se de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução da humanidade.
Este juramento bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir as sua evolução em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados.
Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando - a Roda da Evolução Espiritual da humanidade.
Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.
Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o "Mani Mantra", uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado.
O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento.
Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tanto comentário importante.
De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.
O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual.
Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto.
Existe também um grande numero de outros beneficio que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.
OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana.
OM - Dissolve o orgulho
MA - Liberta do ciúme e da luxuria.
NI - Consome a paixão e os desejos
PAD - Elimina a estupidez e danos.
ME - Liberta da pobreza e possessividade.
HUM - Consome a agressão e o ódio.
MA - Liberta do ciúme e da luxuria.
NI - Consome a paixão e os desejos
PAD - Elimina a estupidez e danos.
ME - Liberta da pobreza e possessividade.
HUM - Consome a agressão e o ódio.
Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres e que o compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio. Dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.
Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokitesvara.
O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas traduções misteriosas. Diz a tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM.
Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e Kuan Yin são os nomes do mesmo buda da compaixão.
OM - Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.
MANI - Jóia em sânscrito
PADME - Lótus ou chakra
HUM - A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras.
MANI - Refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.
PADME - Refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.
MANI - Jóia em sânscrito
PADME - Lótus ou chakra
HUM - A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras.
MANI - Refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.
PADME - Refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.
Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: "Aquele que segura a Jóia e o Lótus". Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes para a mesma deidade.
Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.
Sendo a deidade e o mantra um em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.
Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno.
OM - Purifica o corpo
MA - Purifica a palavra
NI - Purifica a mente
PAD - Purifica as emoções
ME - Purifica as condições latentes
HUM - Purifica o véu que encobre o conhecimento
MA - Purifica a palavra
NI - Purifica a mente
PAD - Purifica as emoções
ME - Purifica as condições latentes
HUM - Purifica o véu que encobre o conhecimento
Cada silaba é ela mesma uma oração
OM - É oração dirigida ao corpo dos budas
MA - É oração dirigida à palavra dos budas
NI - É oração dirigida à mente dos budas
PAD - É oração dirigida às qualidades dos budas
ME - É oração dirigida à atividades dos budas
HUM - Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.
MA - É oração dirigida à palavra dos budas
NI - É oração dirigida à mente dos budas
PAD - É oração dirigida às qualidades dos budas
ME - É oração dirigida à atividades dos budas
HUM - Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.
Estas seis silabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos.
OM - Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano
MA - Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme.
NI - Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único Guru.
PAD - Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância.
ME - Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões : Todos os desejos intensos, cobiça, avareza e luxuria.
HUM - Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio.
MA - Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme.
NI - Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único Guru.
PAD - Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância.
ME - Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões : Todos os desejos intensos, cobiça, avareza e luxuria.
HUM - Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio.
As seis silabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade da alma.
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| Shiva |
OM NAMAH SHIVAYA
A PRONÚNCIA
OM NAMÁ CHIVÁIA
OM NAMÁ CHIVÁIA
O SIGNIFICADO
Este é o Grande Mantra da Salvação e Significa :
“Eu invoco/ confio/ honro e me curvo à luz do Senhor Shiva”
Este é o Grande Mantra da Salvação e Significa :
“Eu invoco/ confio/ honro e me curvo à luz do Senhor Shiva”
"OM NAMAH SHIVAYA" É um mantra é composto fisicamente de sílabas soadas de forma a influenciar o sistema humano, vibra afetando a matéria física, emocional e mental. Em determinado sentido cada palavra é um mantra. A palavra é muito poderosa, todo momento estamos presenciando isto em nosso dia a dia ao utilizamos palavras para obtermos o que desejamos (e o que não desejamos).
Os poderosos mantras que chegaram aos tempos atuais, pelo caminho da tradição védica, ou foram divinamente revelados, ou foram ouvidos pelos rishis e yogis de tempos imemoriais, quando se encontravam em estados trancendentais de consciência.
Conforme os vedas o mantra Om Namah Shivaya é o corpo do Senhor Nataraja, o Dançarino Cósmico. É o lar de Shiva.
"Namah" significa prostrações, "Shivaya Namah" significa: eu me prostro ante o Senhor Shiva (a alma é o servo de Shiva). "Shiva" representa a alma universal, "Aya" denota a identidade entre a alma individual e a alma universal. As cinco letras de "Namah Shivaya" significam as cinco ações do Senhor: criação, preservação, destruição, o ato de ocultar e a benção; significam também os cinco elementos e toda a criação através da combinação deles. "Na" denota o poder oculto do Senhor que faz a alma se mover pelo mundo, "Mah" é a amarra que prende a alma na roda das vidas e mortes. "Shi" é o símbolo do Senhor Shiva, "Va" é a Sua graça e "Ya" é a alma individual. Se a alma se enreda em "Na" e "Mah" ela ronda interminavelmente pelo mundano, se ela se associa com "Va" ela vai em direção a Shiva. "Namah Shivaya" forma o corpo do Senhor Shiva e o mantra propicia que "eu me refugie no corpo do Senhor Shiva"’.
Om Namah Shivaya é parte central e a mais importante de um antiqüíssimo mantra: o mantra original que precedeu a criação. Babaji disse que quando Jagadamba, a energia primeva apareceu, foi este o som que primeiro surgiu em seus lábios."
OM NAMAH SHIVAYA, o maha mantra de Shiva, foi o principal mantra utilizado por Haidakhand Bhole Baba, faz parte do centro nevrálgico de seu ensinamento. Babaji enaltecia seu poder de purificação, iluminação, imortalidade e redenção, ensinava sobre seu indescritível poder para destruir obstáculos, criar alegria e felicidade e formar uma ponte de ligação com Shiva. Dizia que seu poder era maior que o de uma bomba atômica. Recomendava sua repetição constante durante a meditação, o trabalho, o descanso e até mesmo durante sono e os sonhos.
Babaji ensinava que se as pessoas repetissem constantemente o nome do Deus da crença de cada um, a vida dos homens e todos os seres do planeta poderia ser reconduzida para um padrão mais saudável e eventualmente poderíamos esperar um futuro menos negro do que este que a humanidade atual está gerando. São milhares os depoimentos de pessoas relatando os efeitos extraordinários provocados pelo uso constante deste mantra.
"O mantra, a deidade do mantra, o guru e você mesmo são todos um só. Repita o mantra com esta certeza". Shree Swami 108 Fakira Nand
Rajindra - Devota de SRI 1008 MAHAVATAR BABAJI e
discípula de SHRI SWAMI 1O8 FAKIRA NAND.
discípula de SHRI SWAMI 1O8 FAKIRA NAND.



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